sábado, 13 de setembro de 2008

Este livro conta a história de Liesel Memminger, uma menina pobre que teve uma vida de descobertas e de muita leitura. A parte inovadora é a personificação da morte, sendo ela mesma quem faz a narração do livro e demonstra uma faceta diferenta à comumente agregada à sua pessoa: tem sentimentos e por várias vezes demonstra compaixão. 
Tudo começa com uma viagem de trem. Liesel e sua mãe presenciam a morte de seu irmão, em plena viagem. Param na estação mais próxima para enterrá-lo. No enterro, a menina Liesel percebe que o coveiro deixou cair um livro preto. Furta-o silenciosamente. É o primeiro de uma série de vários furtos. A viagem continua. Liesel é entregue por sua mãe ao serviço social. Como elas eram miseráveis, talvez tenha sido mesmo a melhor opção para poupar-lhe de uma vida sem prespectivas. Liesel é entregue à um casal de sobrenome Hubbermann. É muito bem acolhida por ambos e logo percebe melhor cada um deles: o papai -Hans- é um pintor que se dedica muito à ela, ensina-a à ler e toca acordeão para animá-la. É um padastro amável e dedicado, enquanto Rosa, a nova mamãe, tem um comportamento agressivo e rígido, porém aprende a amá-la rapidamente. Liesel interage rapidamente com a comunidade local e faz um grande amigo: Rudy Steiner, com o qual vive diversas aventuras, inclusive roubar livros da biblioteca do prefeito.
Alemanha nazista. Judeus sendo perseguidos. Um deles se chama Max Vandenburg. Papai Hubberman, em prol do cumprimento de uma promessa feita à um antigo amigo, ajuda a proteger Max da fúria nazista, escondendo-o no portão de sua própria casa. Viveram bons momentos, pois Max se deu muito bem com Liesel e juntos liam livros no porão, durante longas horas. Papai Hubberman e outros adultos são convocados à guerra. Ao voltarem, tudo parece voltar ao normal; porém, o final é tragico: a guerra acaba e todos morrem durante um ataque aéreo, exceto Lisel Memminger. Mais tarde, ela veio a encontrar Max., que se escondeu em uma floresta próxima e depois foi capturado peloas nazistas. Ele ajudou a cuidar da menina órfã. Ponto.
Opinião particular sobre o livro: Admiro a narrativa do Markus Zusak, mas tenho de ser franco: por se tratar de um Best-Seller, ficou devendo.
Nota (de A à E): B

Obs.: disponibilizo os livros quais faço resumo para meus amigos e conhecidos, desde que  os devolvam intactos. É só me ligar. Abraços à todos.
Resenha por Fabio Taschner

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