domingo, 31 de agosto de 2008
Como acessar sua máquina remotamente com o XP ou Vista utilizando o Terminal Services e o NO-IP
2 comentários Postado por Fabio às 15:23Passo-à-passo:
O que fazer na máquina que irá RECEBER as conexões (exemplo baseado no Windows XP):
1) Vá em Iniciar/Programas/Painel de Controle e depois clique em "Contas de usuário".
2.1) Confira se a conta realmente foi criada:
3) Feche a janela "Contas de Usuários" e clique no ítem "Sistema" do painel de controle.
4.1) Na guia "Excessões", marque a opção "Área de Trabalho Remota" e depois clique em OK.
4.2) Pronto. Sugiro reiniciar a máquina neste ponto. Vamos agora às tarefas da máquina que irá se conectar.
Obs.: antes da próxima etapa convém testar se a porta 3389 realmente está aberta. Você pode utilizar um PortScan como o PortDetective, indo em www.portdetective.com. O programa é Freeware. Instale e mande varrer a porta 3389. Se estiver aberta, as etapas anteriores resultaram em sucesso. Se acusar porta fechada, você precisará verificar se algum software anti-vírus ou firewall está fazendo o bloqueio ou se o modem está mesmo redirecionando a porta 3389 para a sua máquina. Para verificar se o redirecionamento do modem está correto, verifique o procedimento específico para o modelo do seu modem em www.portaladsl.com.br.
O que fazer na máquina que irá CONECTAR-SE (exemplo baseado no Windows XP):
1) Essa á a parte mais fácil. Basta abrir o cliente, digitar o IP da máquina servidor, colocar o nome do usuário e senha e utilizar.
No XP, vá em Iniciar / Acessórios e clique no ícone "Conexão de área de trabalho remota". Pronto. Agora basta digitar o IP da máquina servidor e clicar em Conectar. Se você não sabe qual é o endereço da máquina servidor, por ELA (máquina servidor) abra o navegador e acesse o site www.omeuip.com.br. Ele retornará para você o endereço IP externo (WAN) da máquina que o está acessando.
Dica: como você sabe, para o caso de ADL'S domésticas, cada vez que o modem é reiniciado o seu IP externo muda (o chamado IP dinâmico). E se cair a luz e a máquina reiniciar? Quem irá acessar o meuip.com para lhe passar o novo endereço IP?
Existe um programa que lê o número IP externo da sua rede em tempo real e o envia para a internet em forma de endereço web. O site que oferece esse programa é o www.no-ip.com. (É necessário cadastro)
Eu por exemplo, tenho um endereço www.meunome-no-ip.com. Sempre que preciso me conectar, abro o Prompt de Comando (Iniciar / Programas / Acessorios / Prompt de comando) e digito ping www.meunome.no-ip.com e ele me retorna o endereço IP do meu modem, em números. Abro a tela da Conexão remota, digito o número e pronto. Mas nem é necessário, poderia digitar direto o endereço www.meunome.no-ip.com que ele encontraria. Muito fácil.
Qualquer dúvida é só enviar um comentário.
Boa sorte!
Site oficial: www.systemofadown.com
Fotos
Vídeos
Clipe da música Toxicity
Clipe da música Sugar, ao vivo
Clipe da música Prision Song, ao vivo
Clipe da música B.Y.O.B.
Clipe da música Aerials, ao vivo
Marcadores: Hard Rock, Heavy Metal, Metal, Rock
sábado, 30 de agosto de 2008
A banda Queen foi com certeza uma das mais marcantes dos anos 80, e não somente pelo conjunto da obra, mas também pelos integrantes virtuosos, como o guitarrista Brian May e o vocalista Freedie Mercury. O grupo também contava com John Deacon no baixo e Roger Taylor na bateria. O queen já tocou duas vezes no Rock in rio. Dentre a lista gigante de sucessos, podemos listar os mais populares: Bohemian Rhapsody, We Will Rock You e We Are The Champions. Depois da morte de Freddie, em 1991, a banda ficou alguns anos sem atuar e, de 2007 para cá, Brian e Roger convidaram o vocalista Paul Rodgers para uma turnê, que vêm tendo boa aceitação dos fãs, provavelmente devido à humildade de Paul em não tentar imitar Freddie, e sim, cantar do seu jeito. Como sou fã de carteirinha da banda -e isso todos já estão carecas de saber- vou encher de vídeos, para que todos tenham o prazer de ouvir as guitarras alucinantes do Brian e o vocal inigualável do Freddie. Bons tempos.Site oficial: www.queenonline.com
Fotos
Vídeos
Clipe da música We Will Rock You
Clipe da música Bohemian Rhapsody
Clipe da música Innuendo
Clipe da música Brighton Rock
Clipe da música I Want It All
Clipe da música Princess of The Universe
Clipe da música Killer Queen
Clipe da música Another One Bites The Dust
Clipe da música It´s a Hard Life
Clipe da música Living on my Own (carreira solo do Freddie)
The Sisters of Mercy é uma banda britânica de rock gótico, formada em Leeds, em 1980 por Andrew Eldritch (vocais) e Gary Marx (guitarra). A eles juntaram-se Ben Gunn (guitarra, substituído por Wayne Hussey, em 1983) e Craig Adams (baixo). Seu som têm elementos de rock, psicodelia, punk, dance e atmosfera introspectiva. Dentre tantos sucessos é difícil destacar algumas faixas, mas vamos lá: Dominion, More, Temple of Love e o "hino" Walk Away. Embora a banda não assuma o título de Gótico, é este o seu perfil de público. Uma audição obrigatório para novos ouvintes é a compilação Slight Case of Overbombing - Greatest Hits, de 1993, um "greatest hits" imperdível, com belas melodias, muito feeling e um trabalho de produção vocal admirável.
Site oficial: http://www.the-sisters-of-mercy.com/
Fotos
Clipe da música More
Clipe da música Dominion
Clipe da música Temple of Love
Clipe da música Walk Away
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Justice é uma dupla francesa de música eletrônica composta por Gaspard Augé e Xavier de Rosnay. Seu estilo de som poderia ser definido como: electro-dance music. Dentre os seus sucesso podemos destacar: D.V.N.O., D.A.N.C.E., Never Be Alone e a polêmica Stress. Esta última garantiu boa repercussão à banda por seu clipe extremamente violento, que teve sua exibição banida em vários países. Uma curiosidade: o nome D.V.N.O. foi justificado pela dupla como abreviação de "El Divino". Segundo eles, toda cidade pequena tem uma boate que se chama "El Divino".A dupla foi indicada em três categorias no Grammy Awards 2008. Em setembro estarão aqui no Brasil, no Skol Beats. Vale a pena conferir. Sem dúvidas é a grande revelação de 2008.
Site oficial: http://www.myspace.com/etjusticepourtous
Álbum † (Cross)
Aparelhagem de show (Gabinetes Marshall + Mesas + Racks)
Clipe da música Stress
Clipe da música D.V.N.O.
Clipe da música D.A.N.C.E.
Clipe da música Never be alone
Marcadores: Dance, Electronica, House

Os tamanhos variam conforme o grau de desenvolvimento.
Uma pessoa é grande pra você quando fala do que leu e viveu,
Quando te trata com carinho e respeito,
Quando olha nos olhos e sorri destravado.
É grande quando perdoa, compreende, se coloca no seu lugar,
Agindo não de acordo com o que esperam dela,
Mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida,
Quando busca alternativas para o seu crescimento,
Quando sonha junto.
Uma pessoa pequena só pensa em si mesma,
Se comporta de uma maneira pouco gentil,
Se deixa reger por comportamentos clichês
E fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar
O que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento,
Pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade:
As pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.
Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros,
Mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão,
Ao passo que ao recolhê-la inesperadamente se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.
Não são a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande.
É a sua sensibilidade sem tamanho.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca.
Quem não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco e os pingos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Romance. Amir era um menino rico que morava em Cabul, no Afeganistão, em uma bela casa. Seu pai (baba, como o chamava) era um bem-sucedido homem de negócios que tinha o hábito de fumar cachimbo e conversar sobre política e futebol com seu amigo e sócio Khalim Khan. Sua mãe morreu no parto, fato qual o incomodava. Amir sempre suspeitou de que a forma ríspida e grosseira como baba o tratava no fundo tinha ver com a morte de sua mãe. Sentia-se culpado por ter tirado a vida da mulher que baba amava, de sua companheira. Khalim Khan, ao contrário de seu pai, era gentil e acolhedor. Sempre estimulava Amir à escrita de contos, fato que mais tarde lhe contemplaria com uma bem-sucedida carreira de escritor. Amir passou a sua infância ao lado de Hassan, filho de Ali (o criado da casa). Hassan era um menino de etnia Hazara, a qual não era muito bem-vista pela burguesia de Cabul. Mas, mesmo com as provocações das outras crianças, andavam juntos, assistiam filmes de faroeste americano, Amir lia livros para Hassan -pois este era analfabeto- e, principalmente, empinavam pipas. Amir era bom nisso. Mas não tão bom quanto Hassan para apanhá-las. No entanto, certo fato lhe causava estranheza: o menino Hazara era absolutamente submisso às suas ordens. No fundo, Amir se sentia desconfortável com isso.
Às vezes, ao saírem para a rua, os dois se deparavam com situações de preconceito racial. Talvez a mais marcante tenha sido a que, em certa tarde, Assef -garoto burguês seguidor dos ensinamentos de Hitler- e mais dois garotos ofenderam Amir por andar ao lado de um Hazara. Hassan defendeu seu amigo apontando o estilingue armado para Assef. Os dois jovens foram embora, enquanto Assef furioso jurou vingança.
Em certa ocasião, houve o grande concurso de pipas no bairro onde viviam. Era um concurso muito tradicional e todas as crianças da região participavam. Amir, com ajuda de seu fiel companheiro, conseguiu derrubar a última pipa e consagrou-se campeão da competição. Ao final desta, deu ordens para que Hassan fosse apanhá-la antes que os outros meninos do bairro a encontrassem. Ela caiu em um beco. Em um beco fechado. Ao entrar no beco, Hassan olhou para trás e se viu cercado por Assef e seus dois comparsas. Assef exigiu que lhe desse a pipa. Hassan negou, alegando que a pipa pertencia ao seu amigo, que venceu o concurso. Assef se irritou e, com ajuda de seus cúmplices estuprou o menino Hazara. Amir assistiu à cena escondido, porém, não tomou atitude alguma para proteger seu amigo. Fato que mais tarde mexeria com sua mente. Ao chegar em casa pode constatar o orgulho absoluto de baba. Agora as coisas mudaram: baba tinha um motivo para ter orgulho de seu filho. Mas Amir não parava de pensar no que aconteceu com Hassan.
Desconfortável e imerso em sentimento de auto-desprezo, Amir nunca mais conseguiu brincar com Hassan e passou a evitá-lo. Chegou ao ponto de colocar um relógio no quarto de Hassan e acusá-lo de roubo. Quando baba questionou Hassan sobre o fato, na frente de Ali -pai de Hassan e seu fiel criado- o mesmo, em um ato de fidelidade inquestionável, alegou que praticara o furto, para não prejudicar Amir. Imediatamente Ali sugeriu que ele e seu filho deveriam partir. Baba disse que não havia necessidade, que estava perdoado. Mesmo assim, ele e Hassan foram embora, para outra cidade. Era a última vez que Amir veria Hassan.
A Rússia invade o Afeganistão. Baba e Amir fogem com o que podem para a América. Viagem esta que foi marcada por uma tentativa de estrupo de um jovem soldado russo para com uma refugiada afegã, evento no qual baba interferiu desafiando o soldado. Todos saíram ilesos.
Ao chegar na América, alugaram um apartamento e compraram uma kombi, com a qual trabalhavam comprando bugigangas e vendendo-as em um mercado de diversidades, onde eles e outros afegãos comercializavam de tudo. Foi neste mercado que Amir conheceu Soraia, a filha do Coronel de Cabul, sua futura esposa.
Casaram-se.
Quando Amir e Soraia se casaram, baba já estava doente. Câncer. Tossia sangue. Algum tempo depois baba falece.
Durante todo o tempo em que passou na Améria, até então, não havia mais tido notícias de Hassan e muito menos de Kharin Khan.
O jovem casal tinha um desejo: ter um filho. No entanto, não foram abençoados com este poder, mesmo os exames mostrando que ambos eram férteis.
Anos mais tarde, Amir recebe um telefonema de Kharim Khan, solicitando que vá ao Afeganistão. No telefonema Kharim diz que é possível fazer "tudo voltar a ser como antes". Amir vai ao Afeganistão e encontra Kharim em um apartamento velho e sujo. O velho amigo estava em seus momentos finais, cuspindo muito sangue. É neste momento que uma grande verdade é revelada: Hassan é seu irmão. Baba havia proferido a mulher de Ali, seu criado. Isso mexeu com sua cabeça. Ficou transtornado. Saiu do apartamento. Depois voltou, mais calmo. Kharim lhe contou que Hassan casou e teve um filho. Contou também que Hassan e sua esposa foram mortos pelos Talebãs. E também fez seu último pedido: levar o filho de Hassan, que se chamava Sohrab, à um casal de estrangeiros que moravam em outra cidade. Amir reluta, mas atende ao pedido e inicia uma aventura em busca do garoto.
Amir, com ajuda de um motorista local, localiza uma pista de Sohrab em um orfanato local: fora levado por um pedófilo general talebã. Amir se desespera.
Amir e o motorista encontraram o tal general após algumas execuções no intervalo de um jogo de futebol. O general marcou um horário em sua residência particular para discutir a questão do menino. Amir topou.
Ao chegar na residência do general, Amir passou por uma rigorosa revista dos soldados talebãs, armados até os dentes, e teve uma surpresa: ao tirar os trajes da face, pode ver a real identidade do líder-general-pedófilo. Era assustador. Não, era pior. Era Assef.
Assef deu ordens aos seus homens que deixassem o vencedor do duelo sair. No mesmo momento, Sohrab entra na sala, com os olhos pintados, de forma à caracterizar-lhe feição feminina. Assef o apresentou à Amir. Amir ficou irritado ao ver o que Assef fez com seu sobrinho, o filho de Hassan, seu companheiro de infância. Iniciaram o duelo. Amir ficou desfigurado. Sua face estava inidentificável. Só não foi morto porque, inesperadamente, o pequeno Sohrab atirou, com ajuda de um estilingue, uma peça de metal que ficou cravada no olho de Assef. O garoto e seu tio fugiram com o motorista que estava esperando do lado de fora.
Após algumas semanas de tratamento e com praticamente todos os membros do corpo enfaixados e com pinos de titânio, Amir recebe a notícia de que o casal que cuidaria de Sohrab nunca existiu. Decide, com o apoio de sua esposa Soraia, adotar Sohrab, porém, a lei não os ampara. Soraia então busca contato com alguns amigos da imigração. Avisa Amir que iria demorar alguns dias. Talvez desse certo, talvez não. Neste meio tempo, Amir e Sohrab ficam em um hotel. Sohrab fica traumatizado ao receber a notícia de que talvez tivesse de voltar para um orfanato. Para de falar.
Dias depois, Soraia deu a boa notícia: a documentação estava liberada para que Amir trouxesse Sohrab à América. Sohrab aceitou. E assim conteceu.
Sohrab por muitos anos permaneceu mudo, sem falar.
Certa tarde, os três foram ao parque. Amir visualizou alguns meninos empinando pipas. Comprou uma e convidou Sohrab à participar. Ele aceitou. O menino triste e introspectivo contemplou-lhe com um simples e tímido sorriso com um dos lados da boca. E nunca mais voltou a falar. Mas este sorriso caracterizava o início de uma outra história. Amir agora talvez não se sentisse tão culpado. Era uma nova vida. Uma vida com um pouco menos de culpa pelo passado.









