segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Aplicativos portáteis são aqueles que dispensam instalação para que possam ser executados. A grande jogada é que podemos levá-los para onde quisermos, pois basta transferí-los para o nosso mp3, pen-drive, ipod, celular, câmera digital ou qualquer outro dispositivo que seja USB e tenha memória FLASH. O Site www.portableapps.com disponibiliza uma grande quantidade de aplicativos gratuitos, inclusive um gerenciador em forma de menu para que você possa acessar os programas instalados, através de uma interface parecida com o menu iniciar. É possível também subir um sistema operacional direto do pen-drive, como veremos mais adiante. Abaixo, a listas de alguns aplicativos interessantes para dispositivos USB (todos freeware):Menu de aplicativos personalizado para pen-drive (PortabbleApps) (ele vai gerar uma pasta chamada portableApps no seu pen-drive, depois é só jogar os programas portáteis dentro dela que automaticamente serão incluídos no menu)
E-mule portable - Um dos programas p2p (compartilhamento de músicas e arquivos) mais utilizados atualmente. Baixe músicas, filmes e muitas coisas mais de onde você estiver.
Skype portable - O programa mais utilizado atualmente para video-transferência e comunicaçao VOIP.
Amsn portable - Alternativa ao MSN, só que muito mais leve.
Google Chrome (beta) - O mais novo navegador web do google. Nota 10! Desinstalei o Firefox e o Ie.Sistemas operacionais portáteis:
É possível "bootar" qualquer sistema operacional que seja do tipo Live CD à partir de um dispositivo USB (pen-drives e afins). O site Pen-drive Linux é especializado no assunto. Para passar qualquer iso para um dispositivo portátil de forma que ela seja "bootavel", você precisará de um dos programas: Flash Boot ou PEBuilder (para este último, há um bom tutorial de uso no site Boadica sobre como criar um Windows bootavel). Lembre-se de antes formatar o pen-drive como FAT32, do contrário não dará certo. Sugiro começar por um destes sistemas:
PendriveLinux - Fácil de usar e de instalar (ocupa cerca de 500mb)
Ubuntu - Um dos mais utilizados por sua facilidade de uso (ocupa cerca de 700mb)
PEBuilder - crie o seu próprio XP ou VISTA bootavel, para colocar no pen-drive ou no CD
Hiren's - Excelente sistema bootavel para diagnostico de problemas de hardware
sábado, 13 de setembro de 2008
Este livro conta a história de Liesel Memminger, uma menina pobre que teve uma vida de descobertas e de muita leitura. A parte inovadora é a personificação da morte, sendo ela mesma quem faz a narração do livro e demonstra uma faceta diferenta à comumente agregada à sua pessoa: tem sentimentos e por várias vezes demonstra compaixão.
Tudo começa com uma viagem de trem. Liesel e sua mãe presenciam a morte de seu irmão, em plena viagem. Param na estação mais próxima para enterrá-lo. No enterro, a menina Liesel percebe que o coveiro deixou cair um livro preto. Furta-o silenciosamente. É o primeiro de uma série de vários furtos. A viagem continua. Liesel é entregue por sua mãe ao serviço social. Como elas eram miseráveis, talvez tenha sido mesmo a melhor opção para poupar-lhe de uma vida sem prespectivas. Liesel é entregue à um casal de sobrenome Hubbermann. É muito bem acolhida por ambos e logo percebe melhor cada um deles: o papai -Hans- é um pintor que se dedica muito à ela, ensina-a à ler e toca acordeão para animá-la. É um padastro amável e dedicado, enquanto Rosa, a nova mamãe, tem um comportamento agressivo e rígido, porém aprende a amá-la rapidamente. Liesel interage rapidamente com a comunidade local e faz um grande amigo: Rudy Steiner, com o qual vive diversas aventuras, inclusive roubar livros da biblioteca do prefeito.
Alemanha nazista. Judeus sendo perseguidos. Um deles se chama Max Vandenburg. Papai Hubberman, em prol do cumprimento de uma promessa feita à um antigo amigo, ajuda a proteger Max da fúria nazista, escondendo-o no portão de sua própria casa. Viveram bons momentos, pois Max se deu muito bem com Liesel e juntos liam livros no porão, durante longas horas. Papai Hubberman e outros adultos são convocados à guerra. Ao voltarem, tudo parece voltar ao normal; porém, o final é tragico: a guerra acaba e todos morrem durante um ataque aéreo, exceto Lisel Memminger. Mais tarde, ela veio a encontrar Max., que se escondeu em uma floresta próxima e depois foi capturado peloas nazistas. Ele ajudou a cuidar da menina órfã. Ponto.
Alemanha nazista. Judeus sendo perseguidos. Um deles se chama Max Vandenburg. Papai Hubberman, em prol do cumprimento de uma promessa feita à um antigo amigo, ajuda a proteger Max da fúria nazista, escondendo-o no portão de sua própria casa. Viveram bons momentos, pois Max se deu muito bem com Liesel e juntos liam livros no porão, durante longas horas. Papai Hubberman e outros adultos são convocados à guerra. Ao voltarem, tudo parece voltar ao normal; porém, o final é tragico: a guerra acaba e todos morrem durante um ataque aéreo, exceto Lisel Memminger. Mais tarde, ela veio a encontrar Max., que se escondeu em uma floresta próxima e depois foi capturado peloas nazistas. Ele ajudou a cuidar da menina órfã. Ponto.
Opinião particular sobre o livro: Admiro a narrativa do Markus Zusak, mas tenho de ser franco: por se tratar de um Best-Seller, ficou devendo.
Nota (de A à E): BObs.: disponibilizo os livros quais faço resumo para meus amigos e conhecidos, desde que os devolvam intactos. É só me ligar. Abraços à todos.
Resenha por Fabio Taschner
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
De todas as vozes sepulcrais que encontramos no meio musical, com certeza a deste cara é a mais marcante. Este norte-americano é uma lenda no Country, tanto por sua voz grave única como por sua musicalidade. Johnny teve uma vida de muitas loucuras e sucesso. Seu vício em anfetaminas por várias vezes o derrubou, quase acabando com sua carreira. Foi amigo de Ozzy Osbourne (cantor preferido de seu único filho, John) e casado com June Carter, com quem fez muitos duetos de sucesso. Imensamente popular, e uma figura imponentemente alta, no começo dos anos 70 ele havia conseguido cristalizar sua imagem pública. Cash se apresentava na maioria das vezes vestido de preto, calçando uma bota igualmente preta de cano longo, o que o levou a ser apelidado de "O Homem de Preto". Esta vestimenta era um total contraste às usadas pela maioria dos astros country da época - chapéus, roupas claras e botas de caubói. Em 1974 realizou um espetáculo dentro de um centro penitenciário norte-americano. Em 1986 Cash publicou seu único romance, Man in White, um livro sobre Saulo e sua conversão ao tornar-se o apóstolo Paulo. Destaco a música Hurt, onde Johnny faz um cover da banda de rock Nine Inch Nails. Logo abaixo, disponibilizo também o vídeo desta música, que foi gravada pouco tempo antes de sua morte, causada pelo diabetes. A música é muito triste e pragmática, assim como o Johhny. Para quem gosta de filmes, o longa Johnny e June é uma boa pedida, pois retrata bem a vida louca deste grande mestre.Vídeos
Clipe da música Hurt
Clipe da música Ring of fire
Clipe da música Folsom Prision Blues (na penitenciária)
Clipe da música Jackson (dueto c/ June)
Marcadores: Country
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